Khalid no NPR

Olá amiguinhos!

Esse bloguito nos últimos dias ficou fora do ar porque fiz umas mudanças de servidor.

Acredito que agora estamos numa plataforma melhor, dá pra vocês comentarem em cada post, e criei também um email sempre que quiserem indicar suas músicas pra cá. É o falecomindicamusica@gmail.com .

O que acharam da carinha nova do blog? Eu curti.

Ontem apareceu pra mim esse vídeo de alguns dias atrás, mas que eu ainda não tinha visto: o Khalid no NPR Tiny Desk, e é simplesmente sensacional.

O Khalid foi um dos primeiros posts desse blog com Location, em que eu te avisei que esse mocinho tem apenas 20 aninhos e é talentoso pra caramba.

Olha que demais ele ao vivo só no voz+violão, como pode essa voz tão incrível?

Confesso que gostei mais dessa versão de Young, dumb and broke do que da original.

Khalid seu maravilhoso, vai longe!

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The Gardiner Sisters – Home / Dirty Paws

Faz tempo que não aparece um cover acústico por aqui né? Eu amo cover acústicos e sempre que eu posso enalteço isso. Adoro que no cover acústico muito se perde da música original, e isso não é algo ruim quando bem feito.

Tem muitos covers que dão outra cara pra música original. Uma prática comum em covers é o que aqui no BR a gente chama de pout pourri, que é misturar mais de uma música em uma só. A versão que trago hoje é tão fofinha, que acho que agrada até os mais céticos.

É um mix de Home do Edward Sharpe e de Dirty paws do Of monsters and men. Eu nunca tinha ouvido Dirty paws até esse cover, e é incrível como ela e Home são parecidas. Olha que legal, nessa versão elas parecem que são uma só:

Se você ficou curioso e quer ouvir as originais, aqui estão:

E a muito famosa, muito tocada, quase esgotada Home, do Edward Sharpe & the magnetic zeros (que eu sempre vou amar e não canso de escutar como se fosse a primeira vez):

Recentemente apareceu numa playlist minha uma versão ao vivo de Home, e como eu adoro fiquei ouvindo. Quando chegou no meio, aquela parte em que eles tem aquele diálogo, os cantores falaram algo parecido com: “você já ouviram vezes demais a nossa história, agora é a nossa vez de ouvir a história de vocês”. E eles chamavam pessoas aleatórias da plateia pra contar um trechinho de sua história.

Apareceu cada depoimento emocionante que confesso que me peguei chorando no carro, hehe. Achei no youtube um show em que eles fazem a mesma coisa:

É muito emocionante, eles pegam a historia de um fã que teve câncer e foi visitado pelos integrantes da banda no dia que recebeu o transplante que salvou a vida dele. Infelizmente esse mocinho morreu em dezembro de 2016. Aqui tem um link que conta toda a história, se você quiser saber mais. Daí temos que chorar né? Não tem muito jeito.

Mas eu amo Home mesmo que ela toque 1 milhão de vezes, jamais vou enjoar, pode por em todas as playlists que tá pouco ❤

O Terno – Volta

A música que eu trago hoje é tão boa que irrita.

Irrita porque te provoca vários pensamentos como:  “como eu não conheci essa banda/ música/ álbum antes?” Por que esses caras não estão em todas as rádios e programas de TV do BR? Entre outros. Enfim, mais ou menos a mesma indignação misturada com admiração que vimos no post do Bazar Pamplona.

O som deles é demais, com um ar meio retro, mas muito autoral. Além de serem muito talentosos, também são reis do deboche, e eu adoro. Os clipes são fantásticos, e muitas letras de músicas são bem engraçadas e danadinhas, tirando sarro inclusive do som que eles fazem.

Olha como é linda a música Volta:

E como eu amo gente talentosa que manda bem ao vivo, que tal essa versão apenas de voz e violão, ENQUANTO sobe uma ladeira em Lisboa? Parabéns ao Tim pelo talento, habilidade e fôlego, hehe.

Se você gostou do que ouviu até aqui, vou deixar mais algumas músicas com clipes incríveis, porque sim. Esse clipe é demais:

o clipe de 66, foi o primeiro da banda. Nessa música eles debocham do próprio estilo das músicas, e se questionam de como deveriam ser exatamente:

E olha que máximo, pra fechar com chave de ouro, deixo aqui uma versão diferentona dos meninos d´O Terno da música que eu postei ontem, Canto de Ossanha, com um som bem mais blusado.

E vida longa ao rock nacional!!

Baden Powell – Canto de Ossanha

Hoje trago uma música sensacional.

Estou meio sumida por aqui e justifico: é por pura raiva. Recentemente postei 2 posts super legais que simplesmente sumiram, não entendi porque.

Mas a última música que postei e foi apagada foi a dramática e linda A flor e o espinho, e fiz todo um textão por ninguém dar a devida atenção ao Nelson Cavaquinho. Só pra não passar em branco essa indicação sensacional, vou deixa-la aqui.

Hoje trago outra música muito legal, de Baden Powell, Vinícius e Quarteto em Cy. Nesse link do vídeo que vou postar aqui, tem toda uma história descritiva dessa música e álbum, e da parceria do Baden e do Vinicius:

“Eu não sou ninguém de ir, em conversa de esquecer, a tristeza de um amor que passou…”

Agora respeita o Baden Powell dedilhando the fuck off desse violão, ENQUANTO segura um cigarro acesso no mindinho, pqp:

Aqui temos um pout-pourri de algumas canções sensacionais além de Canto de Ossanha, com um time pouco pica no palco: Baden Powell, Miucha, Vinicius de Moraes, Toquinho e Tom Jobim.

Sem mais, eu diria!

Bobby Darin – Somewhere beyond the sea

Eu amo essa música no mesmo esquema da Mistério do Planeta. Ouvi pela primeira vez numa propaganda de perfume da Lacoste, e ela nunca mais saiu da minha cabeça.

Tempos depois, assisti o maravilhoso filme The Goodfellas, e ela aparece numa cena ótima, a que eles preparam comida na prisão.

Medium rare?! Hmmm an aristocrat!” – Amo essa fala, hehe.

O Bobby Darin é um performer incrível, com uma história de vida bem interessante. Desde criança ele foi diagnosticado com uma doença cardíaca bem tensa, e foi advertido a não brincar muito com as outras crianças, fazer poucas atividades, ser mais recluso, etc. Depois de “moço”, decidiu viver a vida alucinantemente, como se cada dia fosse o último.

Frank Underwood, digo, o Kevin Spacey produziu, dirigiu e atuou em um filme biográfico de Bobby Darin, chamado “Uma vida sem limites”, porem nunca assisti.

Mas voltando ao Bobby Darin da vida real, como vocês sabem, eu amo muito apresentações ao vivo incríveis, quando os performers improvisam no meio da música, quando conversam com a plateia, enfim, então olha só essa versão de oito minutos, com muito bom humor, de Beyond the sea. Eu gosto demais, Bobby é um entertainerde primeiríssima:

Class act né? Viram que ele misturou um pouquinho de A-tisket-a-tasket no meio? Como eu adoro esses pout-pourris improvisados.

Tem outra música do Bobby que adoro, mas ela é tão boa que merece um post só pra ela.

Pra fechar, vou deixar um cover bem lindo no ukulele+voz, uma interpretação bem moderna e atual, e muito fofinha.

Hozier – Do I wanna know

Ontem postei os mocinhos do Arctic Monkeys que eu amo muito. Postei eles fazendo covers ótimos de músicas dos outros.

Hoje é a vez dos outros fazerem cover maravilhoso deles hehe. O outro nesse caso é o Hozier.

Eu confesso que eu não conhecia n-a-d-a do Hozier além de Take me to church, o hit dele.

Mas quando apareceu esse cover de Do I wanna know, eu fiquei tão fascinada com a habilidade vocal dele, e com o arranjo que ele fez com essa música, que eu fui pesquisar um pouco mais sobre ele.

Hozier é um irlandês de 27 aninhos que é músico since always, e que tocou em orquestra por uma boa parte da sua ~~ juventude hahhahaha (momento wikipedia).

Eu não sei se isso acontece um pouco com vocês também, mas eu confesso que eu meio que sofro da síndrome de hipster magoado. Quando algum artista faz muito sucesso, eu questiono se ele é reaaalmente bom, hahaha. Então como eu só conheci o Hozier por um hiper mega hit, minha duvidabilidade era alta. Mas vamo deixar as bobagens de lado e valorizar né?

Olha, na boa. Dá uma escutada nessa versão dele pro clássico dos Arctic Monkeys, ficou um negócio transcendental de tão bom e diferentão:

Você vai ver que você vai ficar com o  “do IIIIIII  wannaaaaaaaaaa knoooooooooooooooooooooow” no ritmo dele na sua cabeça o resto da tarde. Uma coisa meio pastosa, mas de um jeito elegante! haha

Ok, mas você pode dizer: é fácil fazer cover bom de música boa. E de música meh? Ah, ele faz tambem. Pega esse cover dele praProblem, da Ariana rabo de cavalo Grande:

olha isso! olha esse time de backing, as palmas, tudo! Can I get an amen pro Hozier nessa?

Olha ele no Sofar Sounds, um dos meus programas favoritos de música no youtube. Eu adoro o jeito que ele toca violão, guitarra, instrumentos de corda em geral.

O show dele no NPR é muito bonito também. Pra cada música ele usa uma guitarra diferente, acho massa.

É isso aí. A mensagem que fica nesse postzzz é tentar ouvir um artista além do super hit que fez sucessão. As vezes pode valer a pena!

Arctic Monkeys – Hold on we´re going home (Drake cover)

Eu amo muito covers.

Quando eu gosto muito de uma música, a primeira coisa que eu faço é escutar 1 milhão de vezes.

Depois que eu escuto 1 milhão de vezes e decoro tudo que dá pra decorar, eu procuro a versão ao vivo, pra ver a diferente interpretação do artista, fora do estúdio, improvisando, etc.

Certo. Depois disso vem a minha parte predileta, que é procurar covers loucamente.

A princípio eu só pesquisava covers acústicos. Mas agora que no youtube existem todos esses programas maravilhosos de covers com artistas famosos (bbc 1 live lounge, triple j, etc etc), agora tem muito cover bom por aí, o que me deixa bem feliz.

Drake é bom demais.

Arctic Monkeys é bom demais.

Esse cover ficou coisa de outro mundo. Eu amo tanto a intro de bateria do Matt Helders. Na verdade, a bateria toda da música é ON POINT AF. Aproveitando pra fazer uma declaração aos backing vocals dele, como eu amo.

Já que tamo falando de Arctic Monkeys, e dos falsetes do Matt, por que não deixar mais uma? Não é cover de ninguem, é hit deles  mesmo, mas tão maravilhoso. Amo tanto o violão.

Mais um porque né? Essa apresentação do I Wanna Be Yours, eu confesso que eu gosto mais do que a original, de tão linda e intimista que ficou.

Já que esse post se prolongou mais do que deveria, vou voltar ao assunto inicial que era cover. Pega que linda essa versão do Arctic Monkeys pro hit do Tame Impala. O que é esse vocal do Alex Turner aqui? Achei que elevou a música a outro nível, pra ser sincera.

Qual foi seu predileto?

Long live Alex Turner!