Junip – Oba, lá vem ela

Sabe a maravilhosa música Oba, lá vem ela de 1970 do Jorge Ben?

Você já parou pra pensar como ela seria se fosse regravada por uma dupla de suecos do folk rock eletrônico? Provavelmente não. Mas garanto que é demais, e no mínimo, inusitado. Curta a versão daoríssima da banda Junip, de 2013:

Até que falam muito bem nosso portuguesinho, né não?

Mas nem só de covers de samba vivem os meninos do Junip. Eles também fazem aos boas e velhas musiquinhas indie bonitinhas. Se você ficou curioso e quer ouvir mais, segue uma playlist deles (embora confesso que gosto mais da versão que acabamos de ouvir):

E se você, assim como eu, gosta muito de Jorge Ben, eu já fiz um post aqui indicando um álbum inteiro dele, de tão incrível que é.

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Queen – Don´t stop me now

Hoje é segunda-feira, um bom dia pra gente ficar desanimado com o que vem pela frente: a dieta que tinha que ter começado 15 segundas-feiras atrás, algum serviço chato no trabalho, alguma treta adiada da semana passada, enfim.

Mas segunda-feira também pode ser um dia bom, com ânimo pra começar bem a semana.

Numa lembrança do facebook de 6 anos atrás, nesse dia compartilhei Don´t stop me now do Queen uma puta duma música muito animada. Provavelmente eu estava tendo um dia muito bom, ou prestes a começar alguma coisa bem animadora para a jovem Paula.

De qualquer forma, deixo ela aqui hoje pra animar sua segunda e sua semana. Por mais rabugento que você esteja, é difícil ouvir a música toda e não se contagiar pelo menos um pouquinho.

Don´t stop me now! I´m having a good time!

Vou deixar aqui um cover sensacional à la Tina Turner do pessoal maravilhoso do Post Modern Jukebox que já apareceram por aqui.

Animou?

Postmodern Jukebox

Hoje minha mãe me marcou em um vídeo de facebook de um cover muito bom da música pop “All about that bass”. Pra minha sorte, o vídeo tava na postagem original da página do canal Postmodern Jukebox. Nunca tinha ouvido falar nesse canal, e ainda bem que a gente se conheceu, hehe! Ah, youtube e suas hidden gems.

Como eu sempre digo aqui, adoro covers com muita personalidade, então esse canal é um achado daqueles. A proposta do Postmodern Jukebox é muito simples: eles pegam músicas pop atuais ou clássicas e fazem covers temáticos, por exemplo: década de 1970, de 1930, estilo new orleans vintage, estilo soul, estilo jazz ou no estilo de algum artista específico.

Como é o caso desse cover super divertido de Always be my babyda Mariah Carey no estilo de uma das minhas prediletas de todos os tempos, Ella Fitzgerald. Convenhamos que falta muito feijão pra essa vocalista fofinha chegar na potência da Ella Fitzgerald. A voz dela me lembrou mais a Lena Horne do que a Ella de fato, mas mesmo assim ainda é muito legal:

Agora olha que legal esse cover estilo New Orleans vintage da maravilhosa Don´t look back in anger do Oasis. Eu já adorava essa música, e agora achei esse cover sensacional:

Meu deus do céu olha esse estilo Tina Turner da já maravilhosa Don´t stop me now do Queen que lindo:

Olha que demaaaaais essa estilo Motown de Halo da Beyonce, incrível!

Acho que vou encerrar por aqui, por simplesmente todos os covers desse canal são muito legais! Se você ama covers bons, divirta-se, que tem muita coisa boa.

Playlist perfeita pra próxima jantinha que você fizer em casa, é só dar o play no canal e deixar rolar todas, não tem como não amar!

Beijo mãe, valeu pela dica! 😀

Beth Carvalho – Andança

Ontem postei a linda Retalhos de Cetim, que me lembrou essa música de hoje, já que a Beth Carvalho diz no meio da música “vestido de cetim…”, é como se elas se conversassem.

Muita gente coloca pela internet pro aí a frase “Por onde for, quero ser seu par”, mas muito provavelmente não sabem de onde é. É dessa música linda, de Paulinho Tapajós, Danilo Caymmi e Edmundo Souza.

Versão linda da Beth Carvalho com super backing vocals:

Agora olha que diferente essa versão, bem sessentinha da Beth Carvalho com os Golden Boys. Muito diferente, e ainda assim muito interessante. Me parece que é de 1968 essa versão:

Tem muita gente que conhece essa música na versão de 1969 da Elis Regina, mas eu ainda prefiro a da Beth Carvalho. Mesmo assim, segue com arranjos musicais lindíssimos e estilo bem moderninho pra época:

Ah que música linda pra ficar na cabeça!

Benito di Paula – Retalhos de cetim

Confesso que hoje achei um pouco de dificuldade em achar uma música pra postar, porque ainda tou meio impactada do nosso Childish Gambino de ontem, e hoje passei o dia ouvindo ele e o Tyler, The Creator,  que já apareceram por aqui.

Mas essa semana baixei no meu Spotify uma playlist de samba muito boa, e venho ouvindo bastante essa música no carro.

Gosto muito do ritmo lento, da forma prolongada e vagarosa de falar cada palavra. Gosto muito tambem do teor over dramático da letra. Se você nunca ouviu essa música, ouça livre de preconceitos:

Deixo tambem um cover bem bonito, um pouco mais ágil, mas muito legal:

mais um cover bonito, no cavaquinho, menos dramático também, mais moderno:

Qual foi a sua versão favorita?

O Terno – Volta

A música que eu trago hoje é tão boa que irrita.

Irrita porque te provoca vários pensamentos como:  “como eu não conheci essa banda/ música/ álbum antes?” Por que esses caras não estão em todas as rádios e programas de TV do BR? Entre outros. Enfim, mais ou menos a mesma indignação misturada com admiração que vimos no post do Bazar Pamplona.

O som deles é demais, com um ar meio retro, mas muito autoral. Além de serem muito talentosos, também são reis do deboche, e eu adoro. Os clipes são fantásticos, e muitas letras de músicas são bem engraçadas e danadinhas, tirando sarro inclusive do som que eles fazem.

Olha como é linda a música Volta:

E como eu amo gente talentosa que manda bem ao vivo, que tal essa versão apenas de voz e violão, ENQUANTO sobe uma ladeira em Lisboa? Parabéns ao Tim pelo talento, habilidade e fôlego, hehe.

Se você gostou do que ouviu até aqui, vou deixar mais algumas músicas com clipes incríveis, porque sim. Esse clipe é demais:

o clipe de 66, foi o primeiro da banda. Nessa música eles debocham do próprio estilo das músicas, e se questionam de como deveriam ser exatamente:

E olha que máximo, pra fechar com chave de ouro, deixo aqui uma versão diferentona dos meninos d´O Terno da música que eu postei ontem, Canto de Ossanha, com um som bem mais blusado.

E vida longa ao rock nacional!!

Amy Winehouse – It´s my party

Essa música é muito legal na versão original, mas na versão da Amy Winehouse é muito mais legal. Ela fez esse cover em 2010, apenas 1 ano antes de morrer.

Adoro a letra : “a festa é minha e eu choro se eu quiser”. Isso é a minha cara, chorar na festa apenas porque sim, inclusive choro muito e sempre e em qualquer situação. Curtam a versão sensacional da dona Amy aí:

Caso você tenha ficado curioso achando que essa música era originalmente dela, vou deixar aqui a original, de 1963, performado pelas The Chiffons:

Teve outra versão que ficou muito famosa, usada em 1990 para o filme “Problem Child – O Pestinha” , que na minha humilde opinião, é uma das versões mais sem graças, que é na voz da Lesley Gore. Porem a cena do filme é ótima, vou deixar aqui pra relembrar os bons tempos de sessão da tarde, vou deixar AQUI, que por algum motivo o vídeo não está incorporando.

A festa é minha e eu choro se eu quiseeerr…!