Stormi – Iosonouncane

Hoje trago uma música de final de filme feliz e reflexivo, que acaba tudo bem e todos felizes, ou de começo de filme indie que começa com todos felizes, mas no final as coisas vão dando errado e fica triste : você escolhe como quer se sentir com essa musiquinha.

Ela é deliciosa, leve, animada, e eu amei que o nome da banda é Iosonouncane, ou seja “Eu sou cão” em italiano.

Aviso! Você vai ficar com a melodia de Stormi na cabeça por muito tempo, sem conseguir cantar uma palavra sequer.

Anúncios

Ana Frango Elétrico – Farelos

Hoje trago uma música inusitada e gostosinha de ouvir. Garanto que você vai ficar com a frase “I…have….only fareloshhhh!” na cabeça por um tempo. A música Farelos apareceu no meu shuffle e eu amei. Acho que você vai  curtir também:

Se você achou engraçado o nome Ana Frango Elétrico da cantora (eu também achei), eu te explico o porque: Ela se chama Ana Fainguelernt, e só queria um nome fácil de pronunciar que fosse parecido com seu sobrenome de verdade. Logo, Fainguelernt < Frango elétrico.

Se eu fosse aderir a essa ideia, acho que me chamaria Paula Vai lá. Melhor não?

Vou deixar aqui o disco todo, que é uma coisa meio psicodélica, meio tropicália, com uma vozinha suave, letras louquíssimas, e instrumentação muito legal:

 

Lilly Allen – Not fair

Hoje abri meu youtube, e tinha essa linda versão da musa Lilly Allen para Deep End da Lykke  Li:

Eu adoro muuuuito a Lilly Allen. Comecei a ouvir lá por 2008, 2009, quando ela lançou Smile, com aquele clipe que não parava de passar na MTV e eu amava.

Daí me lembro que descobri esse cover dela para Oh my god do Kaiser Chiefs, e eu escutei TANTO essa música até enjoar:

Nossa, e eu lembro que eu tinha acabado de adicionar ela no meu iPod e fui viajar. Por isso passei a viagem toda repetindo “Oh my God I can´t believe it, I´ve never been this farway from home…”. Acho apropriado.

Mas o título desse post é uma das minhas favoritas da Lilly , Not fair. Lembro que quando esse clipe lançou, eu surtei e fiquei obcecada pela estética, e claro, a música é sensacional:

E aí, qual a sua favorita da Lilly Allen?

Maps – Cape Cope

Que a música Maps do Yeah Yeah Yeahs é maravilhosa não é novidade pra ninguém.

Acho essa música espetacular em tudo, na letra, no ritmo, acho muito emocional, carregada de sentimento.

Se você não conhece a versão original, curta aqui:

 

Os covers do programa Triple J – Like a version aparecem frequentemente por aqui, pois sempre tem artistas famosos e não tão famosos assim fazendo covers incríveis.

Hoje trago um trio punk australiano composto por 3 meninas talentosas chamado Camp Cope. Se você também ama Maps, se prepare que essa versão vai te emocionar:

Lindo né?

Metronomy – The Look

Hoje não estou muito falante, então vou indicar uma música que não tenho muito o que falar sobre, de uma banda que também não muito o que  falar sobre.

Metronomy é uma banda britânica formada em 1999, e essa música é de 2011. É um pouco antiga, mas como ela não é tão conhecida, dá pra você curtir ela bastante até enjoar.

Aproveita que hoje é quinta-quase-sexta e The Look é super divertidinha, alto astral, gostosinha de ouvir e dá o play! Adiciona ela na sua playlist e tenha um fim de semana bem contentinho 🙂

The Kills – Black Balloon

Depois do texto gigante de ontem, hoje vou me controlar pra escrever bem pouquinho hoje. Essa música é bem antiguinha e já fez muito a alegria da galerinha hipster de antigamente.

The Kills é uma banda formada pela dupla Alisson Mosshart e Jamie Hince (aquele que era marido da super modelo Kate Moss, quem lembra?) . A música que trago hoje, Black Balloon é de 2008, do terceiro álbum deles chamado Midnight Boom. Confesso que me lembro desse clipe passando na MTV e me bate uma nostalgia danada misturada com uma melancolia da própria música sempre que escuto.

A outra música deles que passava bastante na MTV era Last day of magic, com esse clipe bafão deles se estapeando. Eu lembro que eu achava a Alisson tão linda e cool, que eu usava um cabelo bem parecido com o dela na época, hehe. na verdade The Kills era a epítome do cool na época pra jovem Paula. Ainda é, eu diria.

Essa música vai te lembrar do jovem alternativo que você era lá em 2008:

E aí, deu pra se sentir 10 anos mais xovem?

Alabama Shakes – Rise to the sun

Não lembro ao certo quando conheci a banda Alabama Shakes, mas sei que foi amor a primeira ouvida. Na época um amigo meu gravou um pen drive (lembra da vida antes do spotify?) cheeeio de músicas deles e eu não conseguia parar de ouvir.

Logo que eu me casei, eu tinha um rádio que tinha entrada USB, e o único pendrive com músicas que eu tinha era esse do Alabama Shakes. Então toda vez que tinha uma jantinha ou uma aglomeração de migos na minha casa, eu dava play nesse pendrive, em que Rise to the sun era a primeira música.

Por isso, toda vez que eu escuto os acordes iniciais de Rise to the sun tenho uma boa sensação, de que algo legal tá acontecendo.

Ultimamente outra música deles que fica muito na minha cabeça é a Future people. Como eu faço aulas de guitarra (e sou muito iniciante), meu prof sempre passa alguns riffs pra ir treinando, e muitas vezes me lembro desse. É o suficiente pra essa música ficar o resto do dia na minha cabeça:

Alabama Shakes é uma banda tão fodamente boa, que se você colocar pra tocar uma playlist deles no youtube, só vai conseguir perceber a diferença das versões de estúdio e ao vivo quando a Brittany fala alguma coisa com a plateia. É perfeito! Pega a dona Brittany mandando um bluesão ao vivo e agradecendo a plateia de ter ido no show, que querida:

Que ícone de mulher. Eles são simplesmente maravilhosos. Vou até deixar mais uma pra você ter música pra caramba deles pra ouvir:

É música boa demais! recomendo pegar tudo deles que tem no spotify e ir ouvindo o dia inteiro. É pra animar no carro, no trabalho, em casa fazendo faxina, etc etc etc.

Brittany vamos ser amigas, por favor, nunca te pedi nada!