Amy Winehouse – It´s my party

Essa música é muito legal na versão original, mas na versão da Amy Winehouse é muito mais legal. Ela fez esse cover em 2010, apenas 1 ano antes de morrer.

Adoro a letra : “a festa é minha e eu choro se eu quiser”. Isso é a minha cara, chorar na festa apenas porque sim, inclusive choro muito e sempre e em qualquer situação. Curtam a versão sensacional da dona Amy aí:

Caso você tenha ficado curioso achando que essa música era originalmente dela, vou deixar aqui a original, de 1963, performado pelas The Chiffons:

Teve outra versão que ficou muito famosa, usada em 1990 para o filme “Problem Child – O Pestinha” , que na minha humilde opinião, é uma das versões mais sem graças, que é na voz da Lesley Gore. Porem a cena do filme é ótima, vou deixar aqui pra relembrar os bons tempos de sessão da tarde, vou deixar AQUI, que por algum motivo o vídeo não está incorporando.

A festa é minha e eu choro se eu quiseeerr…!

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Louis Prima – Pennies from heaven

Hoje trago pra vocês um artista sensacional. Louis Prima é um cara incrível, da mesma leva do Frank Sinatra, de americanos imigrantes italianos (Siciliano, pra não decepcionar a família Corleone) multi talentosos. Só que aqui temos um detalhe importante. Louis Prima nasceu em New Orleans. Então ele é o melhor de dois mundos : jazz e swing +  italian charm, hehe.

O Louis Prima puxava muito mais pra influência italiana do que o Sinatra. Ele também era mais caricato e humorístico, dançava nas apresentações e realmente cantava em italiano em muitas músicas.

O motivo pelo qual estou postando ele aqui hoje, foi que esse fim de semana assisti um filme que adoro, chamado Casino, do Martin Scorsese. Eu amo tanto o Scorsese, que até se ele dirigisse um comercial do iFood eu ia achar o máximo.

Se você nunca assistiu Casino, eu recomendo fortemente. Acho simplesmente sensacional, que os 30/40 primeiros minutos inteiros do filme (é um filme de 2h40…), tocam música initerruptamente. Sério mesmo, é como se fosse um filme musical. E nesses 40 minutos de música, se não me engano toca umas 2 ou 3 do Louis Prima.

Vou deixar pra vocês aqui algumas das minhas favoritas dele:

Adoro essa música. Acho ela tão feliz, tão animada, tão bonita. Difícil não se contagiar “animadamente” com ela. Justíssimo pra uma segunda feira, né não?

O Louis Prima fazia muitos medleys de 2 ou mais músicas em uma só, e eu adoro isso! Essa mocinha atrás dele nessa música é a esposa dele, Keely Smith, acho ela lindíssima e amo essa carona sisuda dela. Uma gracinha a interação awkward dela com o Louis.

Pra fechar com chave de ouro, vou deixar mais um medley incrível dele. Nessa ele mistura Angelina com Zooma Zooma. Você provavelmente não conhece pelo nome, mas Zooma Zooma é uma canção tradicional Siciliana de casamentos. De onde você conhece ela? Ah sim. É apenas a música que a MAMA CORLEONE ❤ canta no casamento da Connie em The Godfather. De nada. Essa é a música que você não sabia que precisava conhecer.

Como eu amo essa cena. É quando ainda tá todo mundo de benzinho na família e tá tudo certo, e parece que nunca vai dar nada errado.

Bom, esse post acabou ficando tão cinófilo quando musicófilo (ehehe). Então vamo iniciar a semana assistindo muito filme de máfia e ouvindo muita música italiana!

Bobby Darin – Somewhere beyond the sea

Eu amo essa música no mesmo esquema da Mistério do Planeta. Ouvi pela primeira vez numa propaganda de perfume da Lacoste, e ela nunca mais saiu da minha cabeça.

Tempos depois, assisti o maravilhoso filme The Goodfellas, e ela aparece numa cena ótima, a que eles preparam comida na prisão.

Medium rare?! Hmmm an aristocrat!” – Amo essa fala, hehe.

O Bobby Darin é um performer incrível, com uma história de vida bem interessante. Desde criança ele foi diagnosticado com uma doença cardíaca bem tensa, e foi advertido a não brincar muito com as outras crianças, fazer poucas atividades, ser mais recluso, etc. Depois de “moço”, decidiu viver a vida alucinantemente, como se cada dia fosse o último.

Frank Underwood, digo, o Kevin Spacey produziu, dirigiu e atuou em um filme biográfico de Bobby Darin, chamado “Uma vida sem limites”, porem nunca assisti.

Mas voltando ao Bobby Darin da vida real, como vocês sabem, eu amo muito apresentações ao vivo incríveis, quando os performers improvisam no meio da música, quando conversam com a plateia, enfim, então olha só essa versão de oito minutos, com muito bom humor, de Beyond the sea. Eu gosto demais, Bobby é um entertainerde primeiríssima:

Class act né? Viram que ele misturou um pouquinho de A-tisket-a-tasket no meio? Como eu adoro esses pout-pourris improvisados.

Tem outra música do Bobby que adoro, mas ela é tão boa que merece um post só pra ela.

Pra fechar, vou deixar um cover bem lindo no ukulele+voz, uma interpretação bem moderna e atual, e muito fofinha.

Wayne Newton – Danke Schoen

Amanhã vou fazer uma jantinha alemã em casa. Com apfelstrudel e tudo. Como sou uma pessoa muito temática, olha a música que já tá tocando na minha cabeça:

Danke Schoen…Darling, Danke Schoen…. Dá pra acreditar que é um homem cantando? Eu passei minha vida inteira com certeza de que era uma mulher, fiquei chocada.

Acho essa música simplesmente o máximo. Não bastasse ela ser demais, ela aparece numa cena ótima, de um dos meus filmes favoritos, Ferris Bueller day off – Curtindo a vida adoidado. Não lembra?

“Ladies and gentleman, you are such a wonderfull crowd, we wanna play a tune for you, one of my personal favorites…”

Muito bom né? Amo muito esse filme e essa música. Devo confessar que quando estou sozinha em casa, ou no carro (com os vidros devidamente fechados) , gosto de cantar ela da forma mais performática possível, à la Ferris Bueller.

Pra continuarmos no tema alemón, vou colocar aqui mais uma música em alemão+inglês que também veio na minha lembrança. Essa é super antiga, a primeira vez que foi lançada foi em 1938, pelas Andrews Sisters!

Super tradicional, mas não minha versão favorita:

Bei mir bist du schoen, significa algo como “para mim você é lindo”. Agora vamos ficar com a versão da proprietária de tudo, Ella Fiztegrald, que convenhamos, dá um pau nas Andrews Sisters. Nenhuma novidade.

Você curte mais alguma música que mistura alemão com outro idioma?