I get along without you – Chet Baker

Geez, I love Chet Baker.

What is there to say about this fella?

He can sing like an angel and he an play the trumpet like a fucking wizard.

I love the way he sings, because it always sound intimate, since he won’t ever reach those very high tunes. 


This song is fantastic, it is a Hoagy Carmichael composition that Chet gives the best interpretation possible:


Chet is one of those guys that won’t allow me to leave with just one music recommendation, but here we’ll take a sad turn. Chet was notorious for his drug habbits, and once after a concert, while trying to purchase drugs he got ambushed and was beaten up, therefore losing his front teeth as seen on this video:


Well, in my humble opinion there is no such thing as too much Chet Baker, so you might as well listen to some of his full albums found on youtube, which I always consider the best soundtrack possible to listen while writing anything.




Olha, esse tal de Chet Baker é foda.

Por onde começar?

Ele canta maravilhosamente bem e é simplesmente incrível tocando trompete.

Eu adoro o jeito que ele canta, me lembra algo como Chico Buarque e Nara Leão, com um estilo de cantar bem intimista, sem ficar prolongando notas.


Deixo pra vocês essa canção fantástica, uma composição de Hoagy Carmichael, que a interpretação de Chet a deixa melhor ainda.

Não vou poder terminar esse post sem deixar pelo menos mais uma indicação de música dele. Chet infelizmente ao longo de sua carreira ficou muito conhecido por seu vício em drogas. No vídeo abaixo podemos vê-lo cantando sem um dos dentes da frente, isso se deu pelo fato de uma emboscada. Em uma noite após um show, Chet foi comprar drogas e ao invés disso levou uma baita de uma surra, perdendo o incisivo. Mesmo assim, enjoy:


Pra mim não existe tal conceito de “muita música do Chet Baker”, então vou te recomendar o quanto for possível que escute os álbuns completos dele que estão disponíveis no youtube. Na minha opinião, são a melhor trilha sonora possível para escrever qualquer coisa.

Sunny – Chris Montez

What happens when a brazilian moves into the UK?

She suddenly realizes it never stops raining here, and she regrets as much as she possibly can for having underappreciated the sun all of her life.

By the way, I am talking about meself in case you haven’t noticed, but I’m sure you did.

So it rained for I don’t know, 10 days in a row and I was almost becoming a frog. Eventually on one god-sent day, the sun came out. Coincidently (or not? God knows) this song came along. I mean, what’s not to love?

Sunny, thank you for the sunshine bouquet.

Sunny, thank you for the love you brought my way.

You gave to me your all and all.

Now I feel ten feet tall.

Sunny one so true, I love you.

Enjoy Sunny, a 1962 fantastic tune by Chris Montez, and please PLEASE apreciate the sunshine whatever it is that you live:



O que acontece quando uma brasileira decide morar no Reino Unido?

Ela simplesmente descobre que aqui não par nunca de chover, e imediatamente se arrepende de não ter dado o devido valor ao sol durante toda sua vida.

Caso você não tenha percebido, é de mim mesma que eu tou falando. 

Choveu por sei lá, uns 10 dias seguidos sem parar e eu já tava praticamente virando um sapo. Até que um dia inusitado abriu um sol. Coincidentemente (ou enviado por Deus?) essa música caiu no shuffle. 

Sunny, thank you for the sunshine bouquet.

Sunny, thank you for the love you brought my way.

You gave to me your all and all.

Now I feel ten feet tall.

Sunny one so true, I love you.
Curta Sunny, canção de 1962 performada por Chris Montez e por favor, vê se valoriza o sol onde quer que você mora, hein:

Di Melo – Kilario

You want some groove, yeh? 

You’re welcome then. This song appeared on my weekly suggestions from Spotify, and I just didn’t care.

I’ve listened to it once, and didn’t pay much attention to it. Weirdly enough, the next day I was singing it from top to bottom and shaking my shoulders and head to it’s rhythm in my mind. “What’s happening here?” my brain asked. I had no answer but to listen to it again.

Turns out Kilario is arranged by the brilliant brazilian brilliant instrumentalist Hermeto Pascoal. Enjoy this groovy tune from 1975, performed by Di Melo:


Quer um groovão pra animar a semana meu amigo?

De nada! Essa música casualmente apareceu no meu Sugestões da semana do Spotify, e eu nem liguei.

No dia seguinte eu acordei e simplesmente tava cantando ela de cima em baixo, chacoalhando a cabeça e os ombrinhos no ritmo da música. Meu cérebro perguntou “o que caralhos tá acontecendo aqui?” e eu não tinha outra coisa pra responder alem de ouvir mil vezes mais essa música.

Kilario é produzida e arranjada pelo bruxo Hermeto Pascoal, não tinha como dar errado. Curta essa canção de 1975 do cantor Di Melo:

Neil Young – Heart of gold

Well guys, sorry for the MIA I’ve been pulling off in here, but things have been a little crazy lately. Who said it was easy to be a modern gipsy in Italy with one unit of husband and one unity of dog?

Well, this morning I woke up feeling like it has been a long time since I didn’t listen to some good classics of my playlists. Those kind of songs that are always good to listen, no matter how is your mood for the day. Beautiful and meaningful songs. Here’s one of them, for you to start your week in the right mood:


I find Heart of gold a very emotional and touching song, for me, it is one of those songs that you really must stop everything you’re doing in order to pay attention to it.

How could we categorize mister Neil Young? Folk, rock, country? What about all of them? This guy is awesome and that’s it. Here’s a longer, but plain ol’ AWESOME song, Down by the river:


Another one I love is the classic Harvest Moon, I don’t know, it’s like this song (and it’s videoclip) are able to transport you into another time, age, universe where everything is just so simple, so happy and carefree:

You know I couldn’t leave without adding Old Man to this fantastic post.

By the way, if you enjoy Neil Young, his youtube channel is stocked with awesome videos and lots lots lots of great songs in many different versions. Enjoy!


Olá amiguinhos, desculpem ter sumido momentaneamente, mas devo admitir que as vezes a minha mentalidade de “ano sabático” engloba todas as partes da vida, inclusive esse humilde bloguinho.

Hoje acordei nesta segunda feira pensando como faz tempo que eu não escutava canções clássicas das minhas playlists, canções que estão lá há muito tempo, e que sempre são fantásticas. Canções que vão bem com qualquer momento e tipo de humor, pois sempre acrescentam alguma coisa.

Heart of Gold é uma canção muito emocional e tocante. Pra mim é aquele tipo de música que você absolutamente tem que parar o que está fazendo pra prestar atenção.

Como poderíamos categorizar o sr. Neil Young: folk, rock, country? Todos juntos? Não importa, o que importa é que ele é simplesmente foda e sempre tem alguma canção que combine com seu humor do dia, como a incrível Down by the river:

OUtra canção que adoro é Harvest moon. Parece que ela (e seu clipe) te transportam pra um momento no tempo maravilhoso, em que tudo é feliz e despreocupado:

Não poderia ir embora sem deixar Old man aqui né? Aliás, se você é fã do trabalho do Neil Young, o canal dele no youtube é recheado de músicas, entrevistas , versões ao vivo etc etc. Imperdível!

Mungo Jerry – The Summertime

Have you ever came across some youtube videos from Lord Vinheteiro, with tittles such as “songs you’ve heard before, but don’t know the name?” or even “russian songs you have heard before but didn’t know the author ” or something something?

Well yeah.

Today’s song is pretty much the same vibe. It’s very likely that you’ve heard this song before somewhere and might recognize the melody, but never even though about looking for the band or song’s name – even living in a Shazam time and age.

Here is this very happy summer vacation theme song, In the Summertime, from 1969, by the british band Mungo Jerry, who is still active until this day (!).

Summer playlist on the go!



Você já viu no youtube os vídeos do Lord Vinheteiro com títulos assim “músicas que você sempre ouviu e não sabia o nome” ou “músicas russas que você já ouviu mas não sabia o compositor” ou algo assim?

Pois bem.

A música e hoje é mais ou menos assim. É bem provável que você já tenha a ouvido em algum lugar, mas nunca parou pra saber o nome da banda ou da música, mesmo em dias de aplicativo Shazam.

Trago-lhes a feliz música tema de férias, In the Summertime de 1969, da banda britânica Mungo Jerry, que está em atividade até hoje (!).

Playlist de férias, é pra já!

The Zombies – That time of the season

I’ve mentioned here a couple of times about my Beatlecentric view of the world, in which I theorize about how The Beatles have completely changed the musical industry, etc, etc, etc, and there is the world before-Beatles and after-Beatles, but you’ve read about it already (and very probably disagreed, but that’s ok, we can still be friends).

And so, my dear Beatleskeptical friend, a Beatle-related phenomenon you surely can’t deny, is the British Invasion.

This term represents the movement in which many cool and stylish british bands were boosted world-wide, and mainly in America’s hit parades, by The Beatles’s success.

The Zombies was one of those bands. They went big on the parades in the US in 1964 with “She’s not there”, here for you to listen:

I like it, it’s catchy, it’s as british invasion as you can possibly get, I find it charming, with an awesome instrumentalization. But IMHO, the crown’s jewel ( did you appreciate this very smart queen related pun? huh? huh?) by The Zombies is the song Time of the season.

I think that maybe it sounds better because here the singer Rod Argent isn’t singing in a higher note than his actual tune is, as in She’s not there. Also this song has a great pace, and a sensual feel to it. Plus the crazy ambitious keyboard solo. What’s not to love?

Fun fact: when they sing “Who’s your daddy? / Is he rich like me?” is a reference to the fantastic Gershwin / Heyward Jazz song Summertime, in which we hear Oh, yo’ daddy’s rich and yo’ ma is good-lookin’”.


Go ahead and add it to your playlist, so you can hear it in the morning, afternoon, evening, working or during your holidays. Just go, already and add it!




Já falei algumas vezes aqui no blog sobre a minha visão de mundo Beatlecêntrica, que eu enxergo como os Beatles mudaram completamente a indústria musical, etc, etc, etc.

E um fenômeno danado provocado pelos Beatles que você – por mais anti-Beatles que seja, querido leitor – não pode negar, é a British Invasion.

Calma, permita-me desanglicanizar, esse termo representa o movimento de invasão de bandas britânicas com seus estilos pra lá de cool e músicas descoladas no mundo inteiro e principalmente nas apradas de sucesso dos EUA.

The Zombies foi uma dessas bandas, que estourou nos EUA em 1964 com “She’s not there” , que vou deixar aqui pra você curtir:

Acho boa, acho chciclete, acho british invasion pra caramba, acho charmosa, acho a instrumentação foda. Mas a joia da coroa (apreciou o trocadilho, referente à terra da rainha? hum? hum?) dos Zombies pra mim é Time of the season.

Talvez ela soe melhor (na minha humilde opinião), por que aqui o vocalista Rod Argent não canta tanto em falsete como em She’s not there, e sim utiliza seu timbre mais grave com essa música mais lenta.


Essa é pra adicionar na playlist e ouvir de manhã, tarde, noite, trabalhando ou de férias. De nada!


Mamas and Papas – Dedicated to the one I love

Mamas and Papas is a group that was huge in the 60s, but ended under rough terms, and nowadays people don’t really talk about them.

Did I rush it? C’mon, no storytelling?

Ok, ok, you won. Since you want some hot gossip that happened some 40 years ago, I’ll detail it just a bit for you.

Allow me to explain. Mamas and Papas was a band, composed by 2 men and 2 women. Hum. Out of these 2 men and 2 women, there was a couple. A married couple, Michelle and John Philips:

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But in a not so happy day, John caught MIchelle cheating on him with none less then the other man group member, Denny Doherty. Needless to say, that was awkward, and so after only 3 years of great success, the band fell apart as much as the wedding.

Each one of the group members made their own solo career after the break up, but there was never such a huge meteorical success as the Mamas and Papas ever achieved. 

When I was young and started collecting vinyls, one of my first purchases back then in the mesozoic before-internet era, was a Mamas and Papas greatest hits album. I had never heard their sound before, and had no idea what I was up for. But man oh man, how I loved that record. I mean, I’ve heard somewhere California Dreamin’, but didn’t relate. 

One of my favorites was Dedicated to the one I love:

I’ve always had fun listening to them pronouncing the words “each night” very closely, sounding almost like a german word. Silly, but fun.

I call your name is another fantastic hit from my mesozoic vinyl. I think you’ll love it:

Another adorable tune was Monday, monday:

Well, since I mentioned California Dreamin’ back there, I’ll feel a little bad if I don’t link it here for you to listen, otherwise you will feel nostalgic:

Now tell me, what was your favorite : the hot 40 year old gossip or the songs?




Mammas and Papas é uma banda que fez muito sucesso nos anos 60, mas acabou de forma abrupta por intrigas amorosas dentro da própria banda,e hoje em dia quase ninguém mais fala deles.

Apressei demais a estória?

Tá bem, vou detalhar um pouco mais, já que você quer ler fofocas.

Eu explico. Mammas and Papas era uma banda composta por 2 homens e 2 mulheres. Desses, 1 era um casal. No caso, Michelle e John Philips:

Risultati immagini per John and Michelle Phillips

Mas um belo dia, o John pegou a Michelle traindo ele com o outro integrante do grupo, o Denny Doherty. Aí nem preciso dizer que o Kissuco ferveu, e o grupo depois de 3 anos juntos logo se separou, tal como o casal.

Cada um seguiu o seu caminho em carreira solo, e assim acabou a trajetória meteórica de três anos do Mammas and Papas.

Quando eu comecei a colecionar meus discos de vinil, um dos primeiros que comprei na era mesozóica pré-internet, sem saber quem eram nem que música faziam, foi dos Mammas and Papas, e nossa, como eu adorava aquele disco.

A minha favorita era essa, Dedicated to the one I love:

Sempre gostei da forma que eles pronunciavam “each nite” bem pertinho, fazendo soar como uma palavra em alemão.

Outra que eu adorava era Monday, Monday:

Bom, não preciso nem falar que o hit que fez com que eles ficassem muito famosos foi California Dreamin’. Gosto também, então vou deixar por aqui, porque não?

E aí? Gostou mais das fofocas ou da música?